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Químicos participam de congresso da categoria na Alemanha

 

Visando o intercâmbio de informações e, assim, fortalecer a luta dos trabalhadores no Brasil no combate ao trabalho precário, na defesa dos direitos trabalhistas e do emprego decente, os Químicos da Força estão participando do 6.º Congresso do IGBCE, que é o sindicato dos químicos da Alemanha. Estão no evento, que começou em 09 de outubro e vai até dia 11 de outubro, o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar), Sérgio Luiz Leite, o Serginho, que também é secretário geral da Força Sindical, e Edson Dias Bicalho, secretário geral da Fequimfar, diretor mundial da IndustriALL e presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Bauru e Região.

 

Já no primeiro dia de evento, uma triste constatação: “Aqui na Alemanha, a exemplo do Brasil e outros países da América Latina, há uma série de ataques ao direitos das trabalhadoras e trabalhadores, como trabalho temporário sem autorização, proposta para aumentar a idade para se aposentar dos atuais 63 anos para 70 anos”, relata Edson Bicalho. “Estamos no Congresso deste que é o maior Sindicato do ramo químico do mundo! São 640 mil filiados! Falamos com alguns dirigentes alemães sobre a nova lei trabalhista brasileira e os desafios do movimento sindical. Por outro lado, ouvimos uma preocupação dos companheiros com o aumento das contratações de trabalhadores temporários, cujo salários são menores e as condições, precárias. Mais de 100 países, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), promoveram alterações na legislação trabalhista prejudicando os direitos dos trabalhadores”, completa Serginho.

 

Com as palavras de ordem “Unidade, Força e Futuro”, os principais desafios do congresso são debater questões sobre a luta para conter o avanço dos contratos temporários e melhorar a democracia nos ambientes de trabalho e na sociedade em geral. Na foto, Lucineide Varjão, presidente da Confederação Nacional do Trabalhadores Químicos da CUT (CNQ), o presidente do IGBCE, Michael Vassiliadi, Sérgio Luiz Leite, o Serginho, e Edson Dias Bicalho.

 

 

 

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